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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Produção das alunas do IX semestre vespertino de Pedagogia
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Produção das alunas do IX semestre vespertino de Pedagogia
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CONTO
O coordenador pedagógico e a questão da participação nos órgãos colegiados.
Era uma vez um coordenador pedagógico que se vendo na obrigação de participar dos diversos colegiados da escola em que atuava, por ter que se igualar aos demais membros, e ao mesmo tempo tendo que articular os trabalhos, ficou sem saber qual direção tomar para não demonstrar autoritarismo, por conta do cargo que exercia. Mostrando-se constrangido por também acatar as idéias dos demais componentes, resolveu fazer um curso de relações humanas, no intuito de melhorar o relacionamento com os diferentes membros do colegiado. Visto que o mesmo não podia caminhar sem o apoio dos demais componentes da equipe.
Uma professora que sempre impôs respeito ao seu trabalho, como boa profissional que era, percebendo a situação constrangedora do coordenador, sugeriu numa reunião de coordenação que se trabalhasse o problema das ralações interpessoais, assim como a importância do trabalho coletivo, na parceria com a comunidade de professores, alunos, diretor e principalmente com o coordenador na busca de uma educação de qualidade.
Outra professora, sensível à tarefa difícil do coordenador, querendo que fosse criada harmonia na instituição, pondo-se em defesa da mesma, propôs ao grupo que ao invés de se fazer críticas destrutivas, que se procurasse ser mais abertos e companheiros uns dos outros.
Todos se olharam surpresos com a fala daquela humilde professora, e resolveram acatar a sugestão proposta pela mesma, pois perceberam que as diferenças sempre existiram e iriam continuar a existir. E o que precisavam era aprender a respeitá-las.
Percebendo o empenho do grupo, em trabalhar visando o bem da instituição, o coordenador rendeu-se a todos, pedindo desculpas e falando de suas dificuldades em trabalhar o coletivo, prometendo esforçar-se o máximo para o entendimento de todos em cada colegiado, sendo estes locais de atuação direta deste profissional como solo fértil de desempenho de sua função formadora, articuladora e transformadora, conforme percebemos através da leitura de Silva (2007).
Enfim, depois de sensibilizar os colegiados, o coordenador teve a promessa do apoio dos mesmos, para que pudessem trabalhar num clima de perfeita harmonia priorizando assim uma boa educação e a aprendizagem dos alunos.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Produção das alunas do IX semestre vespertino de Pedagogia
Saberes
(Camila Souza, Cristovam Pereira, Dayane Brito e Midian Mendes)
O profissional docente não é um produtor de conhecimento
Enquanto técnico suas ações necessita discernimento
No modelo de racionalidade prática vemos o professor
Como um intelectual de estilo transformador
Sendo considerado, uma verdadeira autoridade
Nutridos pelos ideais de democracia liberdade e igualdade
Com dimensões reflexivas e critica
E também ética e política
Os professore interpretam, orientam a sua profissão
E na pratica cotidiana tem toda a sua dimensão
É a própria cultura docente em ação
Já o trabalho do coordenador
É desenvolver atividades com professor
E dentro de uma diversidades de saberes
Que os profissionais recorrem nos seus deveres
Saberes familiar, cultural, há uma diversidade
Advém desde a origem social numa pluralidade
O tempo passa e os saberes se modificam
Gerando experiências e conhecimentos que ficam
Evoluindo ao longo do tempo, novos saberes são gerados
Assim, testados, e se necessário reestruturados
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Produção das alunas do IX semestre vespertino de Pedagogia
Universidade do Estado da Bahia – DEDC – Campus XV
Disciplina: Pesquisa e Estágio em Gestão Professora: Roberta Abreu
Autoras: Dihelle Couto; Elma Cristina Góes e Natalí Andrade
Carta retratando o tema: O coordenador pedagógico e o fracasso escolar*
Valença, 05 de dezembro de 2011
Prezada Marta, minhas saudações!
Queria poder falar com você pessoalmente e lhe demonstrar o quanto suas ações foram importantes para mim tornar a pessoa que sou. Mas na impossibilidade deste ato, escrevendo-lhe esta carta com muito carinho, pois isto só é possível hoje pela dedicação e competência com que você desempenhou o seu trabalho.
Você bem sabe que venho de uma família pobre que residindo na zona rural não teve a oportunidade e condições de se manter na escola. A vida, desde a infância, era dedicada ao trabalho. Eu fui o primeiro a frequantar este espaço. Porém a situação era muito difícil, a única escola primária que existia na região ficava à 7 km da minha casa me impossibilitando de frequentá-la regularmente, pois além da distãncia tinha que ajudar meus pais no trabalho da roça. Quando conseguia ir a escola apresentava dificuldades de aprendizagem tanto pelo cansaço da caminhada quanto pelas ausências que me custaram a perda de algumas lições, as quais não tinha como aprender depois com meus pais porque os mesmos nunca frequentaram a escola.
Foram muitos anos frequentando irregularmente a mesma série, e sendo ridicularizado pelos colegas e professores que não observavam o meus histórico, o meu contexto, enfim não estabeleciam uma simples conversa para identificar o que se passava comigo. Jogavam os conteúdos todos no quadro para nós copiarmos e quando não entendiamos iam logo as críticas: “Você é burro menino, não está vendo aqui no quadro não?!” De fato eu não estava vendo como meus colegas viam, mas elas – as professora que tive - nunca se atentaram para o fato. Mas isso não davam-lhe o direito de me chamar de burro. Eu não sou um burro, sou uma pessoa, e como todas as outras tenho a capacidade de aprender!
Foi você Marta, você minha salvadora! Que exercendo o papel de coordenadora na Escola Anísio Teixeira - a qual comecei a frequentar após ter me mudado com meus pais para outra região mais produtiva para o trabalho deles e para mim – que me percebeu enquanto ser humano aprendente que não aprendera a ler e escrever até aquele momento porque enfrentava dificuldades.
A leitura diagnóstica que você fez de mim e do meu “problema” ao me observar nos corredores da escola e sentar comigo para conversar, e o trabalho formativo que você desenvolveu com minhas professoras – pois apesar dos minhas sérias dificuldades de leitura e escrita estava naquele momento com 16 anos cursando a 5ª série – que possibilitaram a elas realizarem um trabalho mais específico comigo, e diga-se de passagem de forma mais afetiva.
Marta, foi este seu carinho e dedicação na realização de um papel articulador na escola que promoveu um ambiente de relações pessoais saudáveis, a realização de um trabalho comprometido das professoras, uma efetiva aprendizagem dos estudantes, e, o início da minha caminhada na educação.
Foi a partir daquele momento que decidi que profissional me tornar. Pensei comigo mesmo: “Vou ser coordenador pedagógico e possibilitar com meu trabalho que crianças não precisem passar por tantas dificuldades como eu para aprender a ler e escrever, e a ser gente”.
Hoje, sem ter condições de ter agradeçer pessoalmente e de te abraçar, visto que sua presença neste mundo não é mais física. Te agradeço escrevendo esta carta e espalhando para todos os cantos do mundo que hoje passei no concurso e fui efetivado no cargo de coordenador pedagógico por sua culpa Marta Gutenberque dos Anjos!
Seu eterno e agradecido aluno,
Nivaldo Pereira Santos
*Apesar da história retratada na carta ser fictícia, a mesma pode estar representando a vida de muitos Nivaldos, Marias, Pedros …
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Criação das estudantes do curso de Pedagogia Vespertino
(Imagem retirada daqui)Criação das estudantes do 9º semestre verspertino no Componente Curricular Pesquisa e Estágio em Gestão do Curso de Pedagogia
Formação, Formação
(Paródia música “Jesus Cristo” de Roberto Carlos)
Olho pra escola e vejo que a formação é tão importante
vejo que a produção do conhecimento deve ser constante
e o professor perdido as vezes não sabe pra onde ir
e é o coordenador que vai indicar o caminho para seguir.
Refrão
Formação, formação
deve estar atrelada a reflexão
Toda a prática deve estar atrelada a reflexão
Para que aconteça esse processo de formação
E o coordenador tem esse papel de mediar ouvindo, refletindo e também sabendo dialogar
Refrão
Formação, formação
deve estar atrelada a reflexão
Todos os pensamentos e decisões são influenciados
Pelos valores, crenças, ideologias estruturadas
Nosso desejo é ver aumentando sempre essa formação
Para que todos tenham qualidade na educação.
Refrão
Formação, formação
deve estar atrelada a reflexão
Djamen Kely Silva Santos
Camila Souza Araújo
Dayane de Brito Soares
Midian Mendes Menezes
Siméia de Andrade Silva
